A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental. As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.
Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa sem contar os domingos ( que não são incluídos na Quaresma) ou quarenta e seis dias contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até à segunda semana de março.
Alguns cristãos tratam a quarta-feira de cinzas como um dia para se lembrar a mortalidade da própria mortalidade. Missas são realizadas tradicionalmente nesse dia nas quais os participantes são abençoados com cinzas pelo padre que preside à cerimónia. O padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa até ao pôr do sol, antes de lavá-la. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Médio Oriente de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia). No Catolicismo Romano é um dia de jejum e abstinência.
Como é o primeiro dia da Quaresma, ele ocorre um dia após do carnaval. A Igreja Ortodoxa não observa a quarta-feira de cinzas, começando a quaresma já na segunda-feira anterior a ela.Então lembramos que aqui na nossa paroquia havera 3 Missas 07:00hs;18:00hs e 20:00hs todas com imposição das cinzas boa quaresma a todos.
Seja bem-vindo ao nosso blog
Levando todas as informações de nossos coroinhas e informações da paróquia
domingo, 6 de março de 2011
Carnaval e História do Carnaval
O que é
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
História do Carnaval
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.
Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.
sábado, 5 de março de 2011
O devoto de São José
de Padre Manuel de Alencar (CSS) - 1886-1924
Um dia à porta do Céu
Foi bater com muita fé
Um esfarrapado devoto
Do nosso Pai São José.
Logo abre a porta São Pedro
E vai gritando: _Quem é?...
_ Sou eu, São Pedro, um devoto
Do nosso Pai São José!...
Donde é que vem voss'mecê,
Cheirando tanto a café?...
São Pedro, sou brasileiro,
E venho lá de Tefé!
Se de lá vem, diz São Pedro,
Quem sabe não é pagé?
Saberá fazer feitiço
Com dentes de jacaré?
Deus me livre, grande Santo
Que nada fiz contra a Fé!
Santo não, mas fui devoto
Do nosso Pai São José.
Passe pra cá seu livrinho,
A sua conta-corrente...
Vamos ver se lá por baixo
Você viveu cristanmente...
Oh! Trabalhar nos Domingos
Isso é pecado mortal,
Pois é lei que nos Domingos
Descanse até o animal...
Ah! Foi no tempo, São Pedro
Em que eu era seringueiro...
Foi no tempo em que a borracha
Ainda dava dinheiro.
Aqui também está marcado,
Que raramente ia à Missa...
Então por que? Por desprezo,
Por descuido, ou por preguiça?
_Confessou-se uma só vez:
_ No dia do casamento!
Só recebeu nesse dia
O Santíssimo Sacramento!
_ E por desgraça suprema,
Que me causa compaixão,
Não teve Padre na morte,
E morreu sem confissão...
_ Meu amigo, eu lhe aconselho:
Não se apresente ao Eterno!
No céu não acha lugar:
_ Foi condenado ao Inferno...
Esmagado pela dor,
O triste mísero réu
Ao lado do seu saquinho
Sentou-se à porta do Céu.
Nisto, um anjinho bem loiro,
Com linda estrela na testa,
Vio olhar pela janela,
Mostrando uns ares de festa.
Meu bem _ (lhe diz o devoto)
_ Vá dizer a São José
Que vão me jogar no Inferno
Por ter nele muita fé!
Prontamente foi o Anjo
Se avistar com São José
Que foi logo ao pai Eterno
E perguntou: _ Como é?

_ Chegou-me agora aos ouvidos,
Ó Divino Pai Eterno,
Que um pobre devoto meu
Foi condenado ao Inferno.
_ Não me queixo da Justiça
Nem da vossa Divindade,
Mas agora em parte alguma
Terei mais autoridade!
_ Devo, pois, me retirar,
Ao mundo, se for preciso,
Mas sem prestígio nem força
Não fico no Paraíso!
E deixando o pai Eterno
Surpreso dessa atitude,
São José foi se afastando,
Meio triste, meio rude...
_ Maria, Esposa querida,
Arrume a nossa bagagem,
E vá também se arrumar,
Que vamos fazer viagem...
Aqui o Santo Menino,
Vendo tanta arrumação,
Foi perguntando _ Mãezinha,
Para onde é que vocês vão?
Sempre humilde e obediente,
Calou-se a Virgem Maria,
E dando a Jesus um beijo
Respondeu que não sabia...
_ Meu Filho, (disse chorando
O nosso Pai São José) _
Tornamos de novo ao mundo,
Voltamos a Nazaré...
_ Pois então - disse o Menino
_ O mandamento eu pratico:
_ Obedecendo a meus Pais,
No Paraíso não fico!
Vendo os Apóstolos que o Mestre
La ia embora também
Disse João Evangelista:
_ No Céu não fica ninguém!
E os anjos logo disseram:
_ Que querem, pois, que se faça?
_ Sem Jesus e sem Maria
Já fica o Céu tão sem graça!
Todos, aí, se mexeram,
E cada qual decidido
Foi arrumar a bagagem
Num jubiloso alarido...
Houve um grande rebuliço
Entre os Anjos e entre os Santos,
Profetas e Confessores,
Anacoretas e quantos
Na terra haviam seguido
Com sacrifícios e amor,
Os passos de Jesus Cristo,
A Lei Santa do Senhor...
São Pedro à porta do Céu,
Espantado e obediente,
Olhava pro Pai Eterno,
E olhava praquela gente...
Sossegadinho o devoto,
Diminuindo a agonia,
Sentado junto do saco,
Olhava tudo e sorria....
Fala, então o pai Eterno:
_ Isto assim não pode ser:
_ Sozinho no Paraíso
É que eu não posso viver!
E disse logo a São Pedro:
_ Venha esse homem pra qui:
_ Vou reformar a sentença
Que contra ele escrevi!
_ É de fato escandaloso,
Nunca se ouviu "ab eterno"
Que amigo de São José
Caísse um dia no Inferno...
_ Perdôo, _ disse ao devoto _
Por minha grande clemência:
_ Volte à terra mais um ano,
E faça lá penitência.
_ Volte depois, preparado
Pro rigoroso juízo,
E não venha cá meter
Desordem no paraíso!
São José sorriu contente,
Maria sorriu também,
E Jesus falou bem alto:
_ Digamos todos: Amém!
O Céu vibrou de alegria,
Anjos cantaram melhor...
E o devoto bateu palmas:
_ SÃO JOSÉ É O MAIOR!!
Isto vem mostrar à gente
O poder de São José:
Quem queira mesmo salvar-se
Tenha nele muita fé!
Foi bater com muita fé
Um esfarrapado devoto
Do nosso Pai São José.
Logo abre a porta São Pedro
E vai gritando: _Quem é?...
_ Sou eu, São Pedro, um devoto
Do nosso Pai São José!...
Donde é que vem voss'mecê,
Cheirando tanto a café?...
São Pedro, sou brasileiro,
E venho lá de Tefé!
Se de lá vem, diz São Pedro,
Quem sabe não é pagé?
Saberá fazer feitiço
Com dentes de jacaré?
Deus me livre, grande Santo
Que nada fiz contra a Fé!
Santo não, mas fui devoto
Do nosso Pai São José.
Passe pra cá seu livrinho,
A sua conta-corrente...
Vamos ver se lá por baixo
Você viveu cristanmente...
Oh! Trabalhar nos Domingos
Isso é pecado mortal,
Pois é lei que nos Domingos
Descanse até o animal...
Ah! Foi no tempo, São Pedro
Em que eu era seringueiro...
Foi no tempo em que a borracha
Ainda dava dinheiro.
Aqui também está marcado,
Que raramente ia à Missa...
Então por que? Por desprezo,
Por descuido, ou por preguiça?
_Confessou-se uma só vez:
_ No dia do casamento!
Só recebeu nesse dia
O Santíssimo Sacramento!
_ E por desgraça suprema,
Que me causa compaixão,
Não teve Padre na morte,
E morreu sem confissão...
_ Meu amigo, eu lhe aconselho:
Não se apresente ao Eterno!
No céu não acha lugar:
_ Foi condenado ao Inferno...
Esmagado pela dor,
O triste mísero réu
Ao lado do seu saquinho
Sentou-se à porta do Céu.
Nisto, um anjinho bem loiro,
Com linda estrela na testa,
Vio olhar pela janela,
Mostrando uns ares de festa.
Meu bem _ (lhe diz o devoto)
_ Vá dizer a São José
Que vão me jogar no Inferno
Por ter nele muita fé!
Prontamente foi o Anjo
Se avistar com São José
Que foi logo ao pai Eterno
E perguntou: _ Como é?

_ Chegou-me agora aos ouvidos,
Ó Divino Pai Eterno,
Que um pobre devoto meu
Foi condenado ao Inferno.
_ Não me queixo da Justiça
Nem da vossa Divindade,
Mas agora em parte alguma
Terei mais autoridade!
_ Devo, pois, me retirar,
Ao mundo, se for preciso,
Mas sem prestígio nem força
Não fico no Paraíso!
E deixando o pai Eterno
Surpreso dessa atitude,
São José foi se afastando,
Meio triste, meio rude...
_ Maria, Esposa querida,
Arrume a nossa bagagem,
E vá também se arrumar,
Que vamos fazer viagem...
Aqui o Santo Menino,
Vendo tanta arrumação,
Foi perguntando _ Mãezinha,
Para onde é que vocês vão?
Sempre humilde e obediente,
Calou-se a Virgem Maria,
E dando a Jesus um beijo
Respondeu que não sabia...
_ Meu Filho, (disse chorando
O nosso Pai São José) _
Tornamos de novo ao mundo,
Voltamos a Nazaré...
_ Pois então - disse o Menino
_ O mandamento eu pratico:
_ Obedecendo a meus Pais,
No Paraíso não fico!
Vendo os Apóstolos que o Mestre
La ia embora também
Disse João Evangelista:
_ No Céu não fica ninguém!
E os anjos logo disseram:
_ Que querem, pois, que se faça?
_ Sem Jesus e sem Maria
Já fica o Céu tão sem graça!
Todos, aí, se mexeram,
E cada qual decidido
Foi arrumar a bagagem
Num jubiloso alarido...
Houve um grande rebuliço
Entre os Anjos e entre os Santos,
Profetas e Confessores,
Anacoretas e quantos
Na terra haviam seguido
Com sacrifícios e amor,
Os passos de Jesus Cristo,
A Lei Santa do Senhor...
São Pedro à porta do Céu,
Espantado e obediente,
Olhava pro Pai Eterno,
E olhava praquela gente...
Sossegadinho o devoto,

Diminuindo a agonia,
Sentado junto do saco,
Olhava tudo e sorria....
Fala, então o pai Eterno:
_ Isto assim não pode ser:
_ Sozinho no Paraíso
É que eu não posso viver!
E disse logo a São Pedro:
_ Venha esse homem pra qui:
_ Vou reformar a sentença
Que contra ele escrevi!
_ É de fato escandaloso,
Nunca se ouviu "ab eterno"
Que amigo de São José
Caísse um dia no Inferno...
_ Perdôo, _ disse ao devoto _
Por minha grande clemência:
_ Volte à terra mais um ano,
E faça lá penitência.
_ Volte depois, preparado
Pro rigoroso juízo,
E não venha cá meter
Desordem no paraíso!
São José sorriu contente,
Maria sorriu também,
E Jesus falou bem alto:
_ Digamos todos: Amém!
O Céu vibrou de alegria,
Anjos cantaram melhor...
E o devoto bateu palmas:
_ SÃO JOSÉ É O MAIOR!!
Isto vem mostrar à gente
O poder de São José:
Quem queira mesmo salvar-se
Tenha nele muita fé!
Por ocasião da Campanha da Fraternidade
O tema da Campanha da Fraternidade deste ano é Fraternidade e a Vida no Planeta. São João da Cruz, o místico da busca e da união com Deus, ajuda-nos na meditação do tema, com a poética imagem das "pegadas" do Amado na natureza.
Nas primeiras canções de seu Cântico Espiritual, o santo coloca nos lábios da alma enamorada: "Buscando meus amores, irei por esses montes e ribeiras; não colherei as flores, nem temerei as feras, e passarei os fortes e fronteiras. Oh bosques e espessuras, plantadas pela mão do meu Amado! Oh prado de verduras, de flores esmaltado! Deizei-me se por vós ele há passado. Mil graças derramando, passou por estes soutos com pressura, e, a todos olhando, apenas com sua figura, vestidos os deixou de formosura". Nestes versos, o poeta não afirma que tenha visto a Deus, a quem busca enamorado; porém deduz seu passo pelo seu rastro de formusura que deixou, como se fosse seu perfume ou seu cartão de visita. Quiçá nos diz também o poeta que, na falta da presença do amado, conforma-se com o rastro de suas coisas contemplando a natureza? Não se conforma acaso a alma enamorada com o saber que seu amado esteve onde ele está, e sente seu perfume?
Aprofundemos um pouco mais nestes textos, servindo-nos das análises e comentários que nos oferece o próprio autor em forma de "declarações" que seguem a cada uma das canções. A introdução da declaração à quarta canção nos anima a descobrir a Deus por suas pegadas na natureza, "porque, depois do exercício do conhecimento próprio, esta consideração das criaturas é a primeira por ordem neste caminho espiritual do conhecimento de Deus, considerando sua grandeza e excelência por elas, segundo o Apóstolo que diz: Invisibila enim ipsius a criatura mundi, per ea quae facta sunt, intellecta, conspiciuntur, ou seja, as coisas invisíveis de Deus são conhecidas pela alma pelas coisas visíveis criadas e invisíveis" (Rm. 1,20). Ao dizer "Oh bosques e espessuras" chama bosques os elementos terra, água, ar e fogo; porque assim como ameníssimos bosques estão povoados de espessas criaturas, às quais aqui chama de espessuras, pelo grande número e muita diferença que há delas em cada elemento: na terra, inumeráveis variedades de animais e plantas; na água, inumeráveis diferenças de peixes, no ar, muita diversidade de aves; e o elemento fogo, que concorre com todos para a animação e conservação deles; assim, cada sorte de animais vive em seu elemento e está colocada e plantada nele como em seu bosque e região onde nasce e se cria. Na verdade assim quis Deus na criação deles, quando ordenou à terra que produzisse as plantas e os animais, e ao mar e à água os peixes, e ao ar fez morada das aves (cf. Gn.1). Por isso, vendo a alma que assim tudo ordenou, diz o seguinte verso: "plantadas pela mão do meu amado".
A declaração à quinta canção nos diz que "nesta canção o que se contém em substância é: que Deus criou todas as coisas com grande facilidade e brevidade e nelas deixou algum rastro de quem ele era, não dando-lhes o ser, mas ainda dotando-as de inumeráveis graças e virtudes, formoseando-as com admirável ordem e dependência entre elas".
Depois desta série de comentários introdutórios, aparece com mais claridade o que São João da Cruz entende por "pegadas" de Deus na criação, ao dizer que "passar pelos soutos é criar os elementos...; pelos quais diz que derramendo mil graças passava, porque de todas as criaturas os adornava, que são graciosas; e nelas derramava as mil graças, dando-lhes virtude para poder concorrer com a geração e conservação de todas elas. E diz que passou, porque as criaturas são como um rastro do passo de Deus, pelo qual se rastreia sua grandeza, potência e sabedoria e outras virtudes divinas".
Finalmente, ao comentar os três últimos versos nos diz que "só com a figura de seu Filho, olhou Deus todas as coisas, que foi dar-lhes o ser natural, comunicando-lhes muitas graças e dons naturais, fazendo-as acabadas e perfeitas, segundo se diz no livro do Gênesis (Gn. 1,31) por estas palavras: "Deus viu todas as coisas que tinha feito, e eram muito boas". O vê-las muito boas era fazê-las muito boas no Verbo, seu Filho". E terminando sua declaração nos diz o santo que "chagada a alma no amor..., por este rastro que conheceu das criaturas..., da formosura de seu Amado, com ânsias de ver aquela invisível forosura que esta visível formosura causou, diz a seguinte canção: "Ai, quem poderá sanar-me? Acaba de entregar-te já deveras; não queiras enviar-me mensageiros, que não sabem dizer-me o que quero". Como as criaturas deram à alma sinais de seu Amado, mostrando-lhe assim o rastro de sua formosura e excelência, aumentando-lhe o amor e, por conseguinte, cresceu-lhe a dor e a ausência, porque quanto mais a alma conhece a Deus, tanto mais lhe cresce o apetite e pena por vê-lo".
Romero-Baró, José M
Escala dos coroinhas de 06/03/11 a 11/03/11
*Escala dos coroinhas de 06/03/11 a 11/03/11
Domingo 07:00hs HARYLAINE e WITILLA ( p ) ( f )
Domingo 09:15hs FRANCIELLE e ARTUR( p ) ( p )
Segunda – feira 19:00hs LARISSA e LAVINIA ( p ) ( p )
Terça – feira 08:00hs THAMIRES e JULIA( p ) ( p )
Quarta –feira19:00hs ACÓLITOS(QUARTA FEIRA DE CINZAS)
Quinta-feira 19:00hs WELLITON e LUCAS( P ) ( P )
Sexta – feira 19:00hs JACIARA e WITILLA ( P ) ( P )
*Instruções:
*O Horário de chegar para vestir para não haver atrasos deve ser no máximo 15 minutos antes da missa.
*As túnicas estão limpas e arrumadas por isso do mesmo modo que vocês pegam as túnicas vocês devem deixá-las para que outros coroinhas possam usar.
*Você coroinha não podendo vestir tem a obrigação de chamar outro coroinha para te substituir, pois isso é muito importante. Pois é muito feio ter um compromisso e não cumprir.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Dez pistas para a oração
Dez pistas para a oração
1. Procure situar-se diante do mundo que o rodeia. Todas as posturas têm razão de ser, mas nem todas têm futuro.
.
"As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de nosso tempo, sobretudo dos pobres e de quantos sofrem, são alegrias e esperanças, tristezas e angústias dos discípulos de Cristo. Nada há verdadeiramente humano que não encontre eco em seu coração" (GS 1).
.
2. Dedique alguns momentos para pensar na sua vida e põe-se em verdade. Não construa a sua identidade comparando-se com os outros.
.
3. Perceba o desejo de Deus que há em seu coração. Basta uma pequena brasa para acender um grande fogo.
"O Reino de Deus está dentro de vós" (Lc. 17,21).
.
4. Faça silêncio para colocar-se diante de uma presença. Busca a solidão para chegar ao encontro.
"Não é o silêncio algo de quem não tem nada a dizer, mas o silêncio de quem tendo muitas coisas para dizer, cala-se" (São Rafael Kalinowski).
.
5. Abra-se à Palabra. Leia com atenção, compreende o que lê, dialoga com a Palabra, permaneça em silêncio diante dela, deixa que a Palabra o construa.
.
6. Recorda que orar é "tratar de amizade estando muitas vezes tratando a sós com quem sabemos que nos ama" (Santa Teresa).
.
7. Aproveite este momento para discernir sua vida e descobrir o que o Senhor lhe pede para que seja feliz, para que brote o seu "eu" melhor.
.
8. Finalize o seu momento de oração com um compromisso.
"O verdadeiro abraço a Deus o damos na vida"
.
9. Disponha a partilhar os dons para construir um mundo novo.
.
10. Descubra que tarefa você tem que privilegiar em sua comunidade cristã para percorrer com os demais o caminho do encontro com Deus na oração.
terça-feira, 1 de março de 2011
Missa em ação de Graças pelo início do Aspirantado 2011-01/03/2011
O Jovens iniciaram hoje a primeira etapa na vida religiosa que se chama aspirantado que o própio nome diz estão aspirando para a vida religiosa é um periodo de 9 meses em que o jovem conhece profundamente o carisma a ordem e vai se aprofundando na vida comunitaria e espiritual.Rezemos para que eles sejam perseverantes a esse chamado que Deus os chama rezemos por eles.Confiram algumas fotos da missa.

Os Aspirantes que iniciaram a vida Carmelitana neste ano de 2011 são 10 jovens orientados primeiramente pelo Espirito Santo e depois por seu mestre Frei Jorge,OCD.
O Coroinhas que ajudaram na missa o Artur e a Thamiris.
Na hora do Ofertorio com o nosso provincial
Frei Rubens Sevilha.OCD.
(Da esquerda para direita)Fr Joilde,Fr Salinho,Fr Aurilio,Fr Jorge(Mestre dos Aspirantes),Fr Rubens(Provincial),Fr Sebastião,Fr Fabiano,Fr Hudson(Pároco),Fr Fritz,Fr Wilson,Fr Rafael e Fr Mariano.Esses Frades celebram a eucaristia hoje para o início das atividades do Aspirantado.
Os Aspirantes que iniciaram a vida Carmelitana neste ano de 2011 são 10 jovens orientados primeiramente pelo Espirito Santo e depois por seu mestre Frei Jorge,OCD.
O Coroinhas que ajudaram na missa o Artur e a Thamiris.
Na hora do Ofertorio com o nosso provincial
Frei Rubens Sevilha.OCD.
(Da esquerda para direita)Fr Joilde,Fr Salinho,Fr Aurilio,Fr Jorge(Mestre dos Aspirantes),Fr Rubens(Provincial),Fr Sebastião,Fr Fabiano,Fr Hudson(Pároco),Fr Fritz,Fr Wilson,Fr Rafael e Fr Mariano.Esses Frades celebram a eucaristia hoje para o início das atividades do Aspirantado.
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